Cara magro e pálido se esgueira pela mata fechada até achar um cantinho escondido, abaixa a calça e libera um pau duro e bem grosso. Com a mão trêmula, começa a se bater forte, gemendo enquanto a umidade da floresta só aumenta o calor. Os sons molhados do pau batendo na pele e os gemidos sujos ecoam entre as árvores, e logo o gozo escorre pelas pernas magras. O dedo dele ainda fica brincando na entrada toda melada, grudando na bunda do safado enquanto ele se limpa devagar.