Ela chega do trabalho toda altiva e eu já fico de pau duro só de pensar no controle que ela tem sobre mim. Piso na minha cara sem piedade, esmagando meu rosto com aqueles calçados poderosos enquanto ri do meu desespero. Me obriga ajoelhar e lamber cada centímetro, beijando meu pau como se fosse um trapo sujo. Nem adianta resistir, porque quando ela pega aquela vara e começa a me bater pra valer, até o choro vira tesão. Chupa meu pau enquanto malho minhas bolas, mas a safada some quando eu mais preciso gozar.